A Apple tem procurado desenvolver uma linguagem proprietária de Inteligência Artificial que funcione em hardware limitado, como o de um iPhone, Mac ou iPad.
Comentando o assunto na sua coluna semanal, o conhecido Mark Gurman revelou que a empresa quer priorizar não apenas a velocidade, mas também a privacidade dos seus usuários.
Isso porque uma IA que funciona sem enviar informações para a nuvem se torna muito mais interessante para a proteção de dados, evitando até mesmo possíveis problemas com vazamentos de informações.
Para que os recursos de IA generativa funcionem de forma satisfatória no iPhone e em outros dispositivos da Apple, os engenheiros da empresa tem trabalhado na otimização da linguagem de IA.
No entanto, por mais que seja uma ferramenta mais eficiente que as concorrentes, a IA da Apple pode ser menos capaz do que as suas rivais. Isso porque o processamento de dados em nuvem garante que o desempenho do smartphone não será prejudicado em uma edição, por exemplo.
Por isso, para preencher algumas lacunas, a Apple deve fechar acordos com o Google e Baidu, mas nada ainda foi confirmado pela empresa de Cupertino.
Por isso, a única opção é aguardar a conferência WWDC de 10 de junho. Até lá, a empresa deve seguir sendo alvo de piadas por parte da concorrência.